A princípio a música de Phillip Glass, é linda e as imagens, sobretudo causavam uma sensação de contemplação, porém na cena final do filme e com o significado do titulo do filme, veio o "BOOM" dessa experiencia, talvez um transformação até, e que acredito que não é possível de descrever em palavras, e para justificar isso, poderei falar sobre:
Pesquisei sobre o filme. Se trata do filme Koyaanisqatsi e o seu título significa: "Vida fora de equilíbrio", cujo a pertence a trilha à Phillip Glass, que possui fortes influencias minimalistas, sobrando somente a essência , da obra. Em seus 87 min. de filme, nao possuí nenhum dialogo, ou conversa, ou qualquer palavra pronunciada, exceto por uma profecia hoppi que é cantado, pertencente à trilha sonora. E uma das justificativas por esse "boom" não poder ser descrito em palavras exemplifica no depoimento do diretor Godfrey Reggio:
"Não é por falta de amor à linguagem que estes filmes não têm palavras. É porque, do meu ponto de vista, nossa linguagem está em um estado de vasta humilhação. Não descreve mais o mundo em que vivemos"
Outra justificativa seria de que o filme, tem simplesmente a intenção de criar uma experiência, e que "fica com o espectador decidir o que o filme significa para ele/ela"
Desde as imagens do lançamento do Atlas-Centaur, até o tom sombrio da música sendo pronunciado "Koyaanisqatsi" em um tom sombrio, faz pensar em toda a ascensão e retorno ao solo do ser humano, de toda a essência de um ser. De promover um encontro a esse tipo de reflexão e significação.

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